Passando só pra avisar que migrei... Migrei por um simples motivo: Eu cresci, cresci demais pra ficar no Inigualável. Sim, eu amo esse blog, aqui está minha adolescência, assim como no Diário da Gina estava a minha infância, mas agora já não sou mais adolescente, não me vejo mais escrevendo coisas que costumava escrever aqui, então podem me encontrar nos seguintes endereços:

 

Blog individual e pessoal:

Spindolando!

Blog que estou escrevendo em grupo:

Pena Mágica

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@RailaSpindola



Raila Spindola

às 21h11 do dia 02/11/2011.
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Marionete
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Acho que você faz de propósito, por saber o controle que tem sobre mim. Será que você consegue entender ou acha que é sempre brincadeira? Será que se trata apenas de alimentar o seu ego? Eu detesto o fato de ser menos esperta, mas ainda assim ser esperta o suficiente para perceber o que está fazendo comigo. Apesar de tudo sou fraca demais pra reverter a situação. Desde o primeiro momento fiquei completamente nocalteada pelo seu jeito de falar, pelo seu charme, pelo seu carinho que soava tão naturalmente... O que eu podia fazer, afinal de contas? Que situação engraçada, não é? Eu pensei que pessoas com o seu jeitinho, até mesmo os defeitos, só pudessem existir em filmes. Estive enganada esse tempo todo e, mesmo que isso não vá mudar nada, agora eu simplesmente sei. 

- Raila Spindola


PS: O texto é bem antigo e nem condiz mais com a situação atual, eu tinha guardado aqui e fiz algumas modificações. Estava sem nada meu pra postar e então decidi por isso aqui. Curtinho.



Raila Spindola

às 16h04 do dia 12/08/2011.
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Amigos que vem e vão
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Mais uma postagem clichê para o meu blog clichê... Ai, Raila, você não tem mais 15 anos, menina.

Existem muitas pessoas que eu gosto de verdade nessa vida, eu consigo me apegar a elas com uma facilidade surpreendente e é por esse mesmo motivo que todas as minhas amizades e meus relacionamentos costumam durar tão pouco. Eu gosto, eu rio, eu me apego, eu protejo e depois eu vejo que não era nada daquilo do que eu imaginava. Meio assustador, arriscado e bem doloroso levar um estilo de vida como esse, mas para ser bem sincera, eu gosto.

Eu gosto da forma como me entrego, eu não tenho medo, eu confio – nem sempre e nem em todo mundo, é claro – e eu acredito. Eu acredito porque sinto que vale a pena, sinto que mesmo que derrube algumas lágrimas os sorrisos ainda valem mais, arrisco porque eu gosto – por mais que também odeie – as pessoas.

Tudo bem, com o tempo você vai vendo quem fica e quem sai, quando se é igual a mim a maioria sai. Sou chata, muito chata, meus amigos sabem muito bem disso, mas eu estou aqui sempre. Nos bons e nos maus momentos eu sempre estou aqui. Sou exigente com quem está ao meu lado, porque faço de tudo pra dar o melhor de mim sempre. Eu não me importo com as idas e vindas de dezenas de pessoas todo o tempo, desde que, a cada uma dessas viagens, eu possa ter uma ou duas pessoas que valem verdadeiramente a pena levar comigo para sempre.

A todos os meus amigos que vieram e ficaram para sempre e a todos os amigos que virão e ficarão para sempre.



Raila Spindola

às 22h24 do dia 10/08/2011.
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Nova Fase
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Eu pensei em desistir muitas vezes nos últimos dois anos, pensei em mudar de opção, de sonho, de vida, de corpo... Chegou a um ponto que todo dia eu queria uma coisa diferente, hoje eu queria continuar tentando, amanhã eu poderia desejar a morte e o fim do sofrimento eterno. Sim, é sério, mas não de forma tão dramática olhando agora por fora, agora entendo o que todos querem dizer com: “Depois que passa a gente ri”. Eles estão certos, agora eu estou rindo.

Eu estudei, não muito, admito. Mas acreditem, isso não é uma tentativa de me gabar, eu devo muito a minha sorte e a todos que não estudaram também, obrigada pessoal. Eu ia para as aulas, não conversava e só sentava na frente, mas no horário contrário eu estava sempre no meu computador fazendo nada muito útil. A bomba do desespero só explodiu em cima da minha cabeça o dia que alguém virou e disse que só faltavam dois meses... Dois meses e eu não havia aberto um livro, então decidi parar de viver um pouco. Eu consigo recitar a ditadura militar de trás pra frente, pra quem quiser. Eu terminei meus estudos de humanas um dia antes da prova, já de exatas... Bem, fui fazer com fé em Deus. 

Conformidade, medo e frustração; tudo que senti pela terceira vez, as piores sensações do mundo, que duram em torno de um mês antes de você ter certeza de que vai digitar o seu nome no site e não vai encontrá-lo. Eu chorei muito, como era de se esperar de alguém que estudou como eu, fui péssima na prova de exatas, nem biologia, a mais ridícula delas, me salvou (com todo respeito aos meus queridos amigos que fazem e amam biologia, é claro). No fim das contas eu já estava começando a realmente ficar bem com relação a isso. “Eu não estudei tanto quanto eu via muita gente estudando”, tentei arrumar uma justificativa que aliviasse minha sensação de ter sido injustiçada, mas chegou a um ponto quase cômico.

Eu fiquei aqui sentada em frente ao meu computador – como quase todo o semestre de cursinho, inclusive – e no dia digitei sete nomes antes de ter coragem para o meu. A sensação inicial foi de frustração, já que dos sete que digitei só não achei dois, o que me colocaria em um beco de solidão eterna no próximo semestre em mais uma jornada de estudos (como se eu tivesse estudado de verdade, de qualquer forma). Mas eu tomei coragem, respirei fundo e fui: RAILA. Ei, espera, espera um pouco, Raila Spindola de Ataides, meu Deus! Eu passei, é isso mesmo? Jesus. F5, F5, F5... É verdade, sou eu mesma, eu vou pra universidade, cara, eu passei na universidade! Foi cômico e ridículo, liguei até pra quem eu não conhecia, lembrei do que uns amigos disseram uma vez: “Nunca senti nada igual”. Passei a concordar com eles, eu nunca, na vida, senti nada igual a isso.


PS: Tentei fazer algo romântico, mas notei que isso só sai quando eu estou triste... Então desculpem se isso ficou bobo.

PS²: Obrigada a todo mundo que acreditou em mim muito mais do que eu mesma... Acho que todos pensavam que eu estava estudando mais e por isso acreditavam. Eu amo vocês todos, sério. sahuashuas!

PS³: Obrigada a todo mundo que não acreditou também, acho que metade de mim só continuou tentando pra desafiar vocês, deu certo. Agora acabou, beijos.



Raila Spindola

às 13h52 do dia 29/07/2011.
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Prefiro um "até logo".
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Como narrar o fim de algo que simplesmente fez de você o que você é hoje? Vocês estiveram comigo durante os últimos 7 anos da minha vida, me fizeram chorar, rir, enlouquecer, gastar muito dinheiro, construíram meus sonhos e me deram os melhores amigos que alguém poderia ter. Então, como dizer adeus? Como dizer que agora precisamos nos despedir?

Tudo bem, eu vou começar essa história do começo... Bem do começo mesmo:

Existia uma garotinha de 10 anos, como qualquer garotinha normal, que não gostava de ler e nunca tinha visto nenhum filme do Harry Potter, pois pensava ser idiota e sem sentido. Um belo dia uma colega de sala lhe emprestou o livro Harry Potter e a Câmara Secreta, a garotinha, mesmo detestando ler, arriscou folhear algumas páginas.

Aquela história que parecia tão boba narrada na boca dos outros começou a tomar vida dentro de sua cabeça, as personagens foram conquistando-a, fazendo-a rir e, quando ela menos percebeu, estava completamente apaixonada por aquele mundo novo. Uma pessoa que simplesmente não gostava de livros terminou o seu primeiro livro em uma semana e foi daí que o mundo das histórias a conquistou, formando a primeira característica principal da adulta que se tornaria no futuro.

A garotinha leu Harry Potter e a Pedra Filosofal pela internet, mas mesmo assim, já apaixonada, quis levar o orgulho adiante, não assistindo os filmes e nem comprando os livros. O terceiro filme da série, coincidentemente, tinha acabado de chegar as locadoras e a garota, sem resistir em saber a história do livro que ela não havia conseguido ler, alugou os três filmes e os assistiu, sendo inédita a história apenas do terceiro. Aquilo era a última coisa que faltava para que ela assumisse que não tinha mais jeito, pois parte de seu coração já pertencia a Harry Potter.

A garotinha conheceu pessoas que também gostavam da mesma coisa, montou um blog e, junto com algumas amigas, criou o que elas chamavam de Os Diários de Hogwarts. Cada uma era um personagem, cada uma cuidava de um diário. A garotinha tinha como sua personagem favorita a Gina, Ginevra Molly Weasley. Foram brigas, sorrisos, cartas, telefonemas, mensagens pelo celular e três anos de Diários de Hogwarts. Muitas pessoas passaram, mas três ficaram pra sempre. Elas ensinaram a garotinha coisas que ela levou pra vida toda, ensinaram que o egoísmo não é certo, que a razão nem sempre é dela e ensinaram, principalmente, que quem é amigo respeita e cuida.

Demorou exatamente um ano para que a mãe cansasse de ouvir sobre Harry Potter e a garotinha conseguisse de presente todos os seis livros já lançados. Um mês de férias, seis livros lidos, algo extraordinário para alguém que, apenas um ano atrás, detestava livros. Ela estava apaixonada, por Harry, por leitura e por escrever.

Harry Potter e o Cálice de Fogo chegou aos cinemas e a essa altura a garota já estava ruiva, ruiva como Gina Weasley, como a personagem que era ela, a cada linha e página a mais que ela lia da série. O que mais ela poderia dizer? Pagara tudo que dissera um dia, ela estava completamente enganada.

Lançou o último livro da série, Harry Potter e as Relíquias da Morta, o qual a garota comprou no pré-lançamento, mas não agüentando esperar dois meses e leu traduzido na internet. Uma semana lendo e um mês chorando. Era o fim, pelo menos da continuação da história. Aquele mundo, que a havia ensinado sobre amizade, amor, companheirismo e a acreditar, a lutar, a ir atrás... Era o fim. E agora?

Mas não tinha acabado, no fim das contas, ainda tinham três filmes que, depois, acabaram tornando-se quatro. Harry Potter e a Ordem Fênix, lágrimas e mais lágrimas. Harry Potter e o Enigma do Príncipe, uma decepção em forma de filme. Mas O sentido não era, de forma alguma, o mesmo de antes. Estava vazio, estava... Nada Harry Potter.

No entanto a garotinha conheceu pessoas novas, pessoas que também amavam Harry Potter e que estavam ali para trazer de volta o que o “fim” havia levado junto com ele: a paixão, o carinho e, acima de tudo, a loucura e as lágrimas. O fã clube Mapa do Maroto trouxe novos amigos, mas tantos, tantos que a garotinha, já não tão mais garotinha assim, se perguntou como conseguiu viver tantos anos longe deles. Aquelas pessoas trouxeram de volta o que parecia já a algum tempo estar adormecido, trouxeram de volta o que Harry Potter trouxe para sua vida, trouxeram de volta o que ela nunca deixou de ser e fizeram dela uma pessoa muito mais feliz do que já havia se tornado.

Hoje, que falta só alguns dias para o verdadeiro fim, a garota que já chorou por horas, só queria agradecer a Joanne Kathleen Rowling, por ter lhe dado de presente toda a sua adolescência e ter feito de mim quem sou hoje.

"É cedo ou tarde demais pra dizer adeus..."

 

PS: Dedicado as minhas lindas Yasmim, Camila e Ianna (Luna, Hermione e Cho, respectivamente), a todos os meus lindos e queridos amigos amados do fã clube Mapa do Maroto e todos os meus outros amigos que fiz graças a série Harry Potter. Obrigada por terem feito muitos dias da minha vida mais que especiais.



Raila Spindola

às 23h46 do dia 08/07/2011.
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~ Welcome ~

"Uma história real, uma garota comum e um blog clássico! Apenas mais um lugar para expor as idéias pessoais de alguém que não tem nada a perder. Bem vindos!"

~ Autora ~

Raila Spindola, 17 anos, GO/DF, aluna da UnB, futura Jornalista, nadadora não profissional e dona de uma cabecinha cheia de sonhos. =D

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